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Especialidade

Implante dentário

A raiz artificial que devolve a função. Quando o caso é complexo, o que decide o resultado não é o implante: é o planejamento antes dele.

O implante dentário devolve o dente perdido por inteiro, raiz e coroa. Um parafuso de titânio é instalado no tecido ósseo e, sobre ele, é fixada a prótese que ocupa o lugar do dente.

Funciona como uma raiz artificial e pode ser instalado tanto na arcada superior, no osso maxilar, quanto na inferior, no osso mandibular. O titânio é biocompatível: o organismo não o rejeita, o que permite que o implante seja permanente.

Quando o implante se integra ao osso, num processo chamado osseointegração, ele deixa de se mover. O paciente volta a mastigar, engolir e falar sem pensar no assunto. É essa a diferença que a maioria descreve depois: não o dente novo, mas parar de administrar a ausência dele.

Existem diversos tamanhos e espessuras de implante. A escolha depende de tomografia e de avaliação caso a caso, porque a quantidade e a qualidade do osso disponível mudam completamente o que é possível fazer.

Todos os pacientes podem fazer implante?

A resposta depende de uma avaliação rigorosa do estado de saúde. Pacientes com doenças sistêmicas descontroladas, como cardiopatias, diabetes e hipertensão, ficam contraindicados num primeiro momento. Controlada a condição, tornam-se aptos a receber implantes.

Pacientes fumantes também exigem avaliação rigorosa, porque o cigarro interfere na cicatrização.

Depois do implante

Quem é reabilitado com implantes precisa de manutenção periódica. A mesma doença que afrouxa os dentes naturais, a doença periodontal, também atinge os implantes sob o nome de doença perimplantar, e costuma avançar mais rápido.

Implante não é tratamento que termina no dia da cirurgia. Termina quando a manutenção vira rotina.

O diagnóstico

Tomografia antes, não durante.

O escâner intraoral e a tomografia dizem quanto osso existe, onde ele está e o que cabe ali dentro. É esse levantamento que separa um plano que se cumpre de um plano que muda no meio do caminho.

  • Escâner intraoral, sem moldagem de massa
  • Tomografia para medir volume e densidade óssea
  • Plano apresentado por escrito antes de qualquer procedimento
Sala clínica com a cadeira e o escâner intraoral, consultório da Dra. Mariana Wolf no Leblon
Sala clínica, Leblon

Quando o caso é complexo

Sem osso, sem implante. É aí que a maioria para.

Muita gente ouve que não tem osso suficiente e entende que não há solução. Na maior parte dos casos há: enxerto ósseo, implante em posição alternativa, ou uma reabilitação que distribui a carga de outro jeito. O que muda é o planejamento.

  • 01Tomografia e diagnóstico completo, não avaliação por foto
  • 02Um plano só, documentado, com as etapas e o que cada uma resolve
  • 03Enxerto ósseo quando o volume não permite o implante direto
  • 04Suporte no pós-operatório, inclusive fora do horário do consultório

Agendar

Traga o caso que ninguém quis assumir.

  • Av. Ataulfo de Paiva 1251, sala 206, Leblon
  • Agenda limitada, atendimento individual
  • Atendimento também em inglês

Ao enviar, você concorda em receber contato da equipe sobre o agendamento. A avaliação clínica é sempre presencial, conforme a Resolução CFO 226/2020.