Implante imediato é quando o implante é instalado no mesmo dia da extração do dente perdido. Além da rapidez no tratamento, a técnica traz benefícios importantes para a saúde e para a estética: ela interrompe a perda de osso e de tecido gengival que começa na ausência de um ou mais dentes.
Se a perda óssea já avançou por conta de doenças bucais como gengivite, periodontite e outros problemas, é preciso avaliar se o implante imediato ainda pode ser feito.
Sendo o quadro favorável, associa-se o implante imediato à técnica de enxerto ósseo, conjuntivo ou ambos, numa mesma cirurgia. O objetivo é regenerar o osso e garantir a estabilidade do implante. É uma cirurgia só, com duas finalidades.
Depois da cirurgia de instalação, associada ou não ao enxerto, aguarda-se de três a quatro meses para que a regeneração óssea aconteça e o implante esteja osseointegrado, pronto para receber a prótese.
Sem a técnica imediata o caminho é mais longo: antes do tempo de espera para a regeneração, é preciso aguardar ainda de sessenta a noventa dias depois da extração para só então operar. São dois a três meses a mais, e nesse período o osso segue reabsorvendo.
Essa é a preocupação mais comum, especialmente quando a região da cirurgia aparece no sorriso. Não há motivo para receio.
Há casos em que a estabilidade obtida na cirurgia permite instalar uma prótese provisória sobre o próprio implante enquanto se aguarda a regeneração. Quando essa estabilidade não é suficiente, usa-se uma provisória removível ou apoiada nos dentes vizinhos.
Agendar